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GSC dobra número de vidas sob gestão em 2020

jan 21 - 2021 0 comentários visualizações

2020 foi um ano de profundas transformações para a GSC, tanto por causa da Covid-19 quanto pela integração com o Ecossistema Dasa. Equilibrar as duas demandas foi um dos principais desafios da empresa, entregando qualidade assistencial e uma gestão de saúde que colocasse as pessoas no centro do cuidado.

 

O resultado está refletido nos números: a GSC dobrou de tamanho em vidas sob gestão no último ano e conseguiu desenvolver produtos e serviços para dar suporte às demandas de Covid-19. Com isso cerca de 295 mil monitoramentos foram realizados, 124% a mais de pacientes acionaram a Central de Saúde, sendo 58,3 mil apenas sobre a o coronavírus, enquanto o número de consultas realizadas saltou 115%.

 

O gerente de Planejamento da GSC, Albert Strelow, conversou com o Papo de Consultório sobre esse balanço de Operações.

 

 

Jan/20-Dez/20
Vidas ativas 111.402
% estratificação 74,8%
Monitoramentos realizados 294.213
Consultas realizadas 29.337
Ligações recebidas na central 115.019
Ligações recebidas na central (COVID) 58.346
Desfecho domicílio 95,1%

 

 

2020 foi um ano de muita visibilidade para o setor de saúde. Quais os principais desafios enfrentados pela GSC e as principais conquistas?

2020 foi um ano de profundas transformações para a GSC, tanto por causa da Covid-19 quanto pela integração com o Ecossistema. Penso que os principais desafios estiveram ligados a equilibrar essas duas demandas. Precisávamos entregar crescimento, sem abrir mão da qualidade do atendimento ao mesmo tempo que enfrentávamos uma pandemia que exigia agilidade em definir novos produtos e novas abordagens de como fazer coordenação de cuidado.

 

Qual balanço do último ano?

Mesmo no contexto da pandemia, dobramos de tamanho em termos de vidas sob gestão, com 111.402 vidas ativas. Desenvolver produtos e serviços para dar suporte as demandas de Covid-19 foram as principais conquistas que tivemos. Com isso 295 mil monitoramentos foram realizados, 124% a mais de pacientes acionaram nossa Central de Saúde, sendo 58,3 mil apenas sobre a pandemia, enquanto o número de consultas realizadas saltou 115%.

 

Vocês sentiram uma mudança de comportamento do paciente no quesito cuidado com a saúde?

Os pacientes tiveram que se adaptar à tecnologia. Não houve mudança no perfil da base de pacientes, mas sim eles desenvolveram uma nova competência: se tornar mais digitais, usar serviços de atendimento à distância, teleconsulta, entre outros.

 

O que a COVID trouxe de aprendizado para a gestão de cuidado?

Temos de estar sempre preparados para a mudança.

 

O que esperar para 2021?

2021 será de transformações anda mais intensas. Será um ano que temos de assumir nosso papel fundamental de executar a coordenação de cuidado agora dentro de um ecossistema, trabalhando em conjunto com outras verticais, com uma escala inédita na nossa história. É um grande desafio, mas tenho certeza de que teremos muito sucesso.

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