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Perguntas frequentes sobre o Coronavírus

mar 18 - 2020 0 comentários visualizações
última atualização: 19/06/2020

 

Recentemente a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a América do Sul se transformou em um novo epicentro da pandemia no mundo e alertou que o Brasil é o país mais afetado.

Seguimos trabalhando fortemente no combate ao novo Coronavírus, por meio de diversas ações, uma delas é levar informação confiável acerca da doença para nossos pacientes.

 

Lançamos, inclusive, a série “GSC Em 1 Minuto”, disponível em nosso canal no YouTube, que aborda diversos temas, como, por exemplo, o uso da telemedicina no combate à COVID-19, além de orientações para se manter protegido e saudável: https://bit.ly/2zLduLT.

 

E, abaixo, você encontra as perguntas mais frequentes sobre a doença. As respostas são frequentemente atualizadas.

 

  1. O QUE É O CORONAVÍRUS?

Os Coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Alguns deles podem causar doenças graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), em 2012. A Organização Mundial da Saúde (OMS) denominou o novo Coronavírus como SARS-CoV-2 e doença que ele provoca tem a denominação COVID-19.

 

  1. QUAIS OS SINTOMAS DO NOVO CORONAVÍRUS?

Os sintomas mais comuns são: tosse, febre, dor de garganta e falta de ar. No entanto, as pessoas também podem sentir cansaço, dor de cabeça, náuseas, perda de olfato e paladar, calafrios e dores musculares.

 

  1. QUAL O TEMPO DE INCUBAÇÃO DO VÍRUS?

Já se sabe que o vírus pode ficar incubado por até duas semanas (14 dias). Desta forma, os sintomas, que se assemelham a uma gripe, podem aparecer até duas semanas depois da transmissão.

 

  1. COMO OCORRE A TRANSMISSÃO?

As investigações sobre transmissão do novo Coronavírus ainda estão em andamento. Neste momento, está estabelecida que transmissão ocorre por contato com secreções de pessoas contaminadas. A transmissão pode ocorrer de forma continuada, ou seja, um infectado pelo vírus pode passá-lo para alguém que ainda não foi infectado.
A transmissão costuma ocorrer de diferentes formas, como:

 

  •  Gotículas de saliva;
  •  Espirro;
  •  Tosse;
  •  Catarro;
  •  Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão com pessoa infectada;
  •  Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

 

  1. TENHO SINTOMAS DE GRIPE (TOSSE, ESPIRRO, FEBRE). O QUE FAÇO?

Entre em contato com seu médico, de preferência por telefone ou outra via remota e explique seu estado, que ele poderá orientá-lo. Caso não seja possível, o Ministério da Saúde disponibilizou um aplicativo que faz uma avaliação inicial sobre o seu estado e orienta o que fazer. O aplicativo Coronavírus SUS (https://www.gov.br/pt-br/apps/coronavirus-sus) foi atualizado e agora pode interagir com o usuário por meio dos dispositivos móveis. A nova versão permite que o Ministério da Saúde possa enviar mensagens e alertas aos celulares e tablets, mesmo com app fechado ou não sendo utilizado naquele momento. A ferramenta permite que a Secretaria de Vigilância em Saúde, responsável pela vigilância epidemiológica da pandemia do Coronavírus no Brasil, disponibilize comunicados para usuários em geral ou segmentos públicos específicos. O app pode ser baixado pela Apple Store ou Play Store.

 

  1. QUAL O MELHOR MÉTODO PARA EVITAR O CORONAVÍRUS?

A melhor maneira de se proteger ainda é evitar aglomerações e, se possível, ficar em casa. Além disso, é fundamental lavar as mãos com frequência, cobrir boca e nariz ao tossir/espirrar e manter distância de pelo menos dois metros das pessoas em ambientes públicos, já que não é possível saber em uma fila, por exemplo, quem está contaminado ou não. Evite levar as mãos aos olhos, nariz e boca.

 

  1. DEVO USAR MÁSCARA?

Sim, nos casos em que é inevitável a circulação em vias públicas ou ambientes de grande movimentação de pessoas, recomenda-se o uso máscara como forma de proteção e combate ao Coronavírus. As máscaras caseiras, confeccionas em tecido de algodão, tricoline, TNT, entre outros materiais, são eficientes e já se tornaram comuns. No entanto, é preciso que tenham pelo menos duas camadas de pano. Lembrando que as máscaras não podem ser divididas com ninguém.

 

  1. COMO HIGIENIZAR MINHA MÁSCARA?

Não basta ter a máscara, é preciso higienizar corretamente após o uso. Mas, lembre-se, antes de tirá-la, lave as mãos com água e sabão. Segundo o Ministério da Saúde, você deixar a máscara imersa em recipiente com água potável e água sanitária (2,0 a 2,5%) por 30 minutos. Depois, enxague em água corrente e lave com água e sabão. Deixe secar ao sol e repita o processo sempre que necessário.

 

  1. COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DA COVID-19?

O diagnóstico é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou coleta de secreções da boca e nariz). O procedimento deve ser realizado em todos os casos suspeitos ou à critério das autoridades de saúde. As amostras são encaminhadas com urgência para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), definido pelo Ministério da Saúde para cada região. Vários laboratórios particulares também estão realizando o exame e a Agência Nacional de Saúde (ANS) já autorizou o pagamento pelos planos de saúde. Além disso, alguns testes estão disponíveis em farmácias, mas dependendo do estágio da infecção, eles apresentam desempenhos diferentes.

 

  1. O PACIENTE COM CONFIRMAÇÃO DE CORONAVÍRUS FOI PARA CASA. ELE ESTÁ DISSEMINANDO O VÍRUS?

Neste caso, ele deve estar em isolamento domiciliar e todas pessoas que tiveram contato com o paciente devem ser monitoradas. O vírus pode ser transmitido por pessoas sintomáticas durante um período de 14 dias. Não há dados conclusivos a respeito de risco de transmissão por doentes assintomáticos.

 

  1. HÁ VACINA CONTRA O CORONAVÍRUS?

A vacina ainda não foi desenvolvida. Por isso, a forma mais eficaz de se proteger é manter bons hábitos de higiene e, se possível, ficar em casa.

 

  1. A VACINA DA GRIPE NÃO PREVINE O CORONAVÍRUS?

Não, mas é importante ressaltar que a vacina de gripe previne outras doenças respiratórias, como o H1N1, e impede uma sobrecarga do sistema respiratório que agravaria um eventual ataque do novo Coronavírus.

 

  1. POSSO SEGUIR MEU CALENDÁRIO DE VACINAS NORMAL NESSE PERÍODO, COMO SARAMPO OU OUTRAS DOENÇAS?

Sim, é importante manter seu calendário de vacinas em dia.

 

  1. FUMANTES CORREM MAIOR RISCO DE SEREM INFECTADOS?

Sim, porque o ato de fumar danifica os pulmões e outras partes do corpo. Além disso, aumenta o risco de desenvolvimento da forma grave da COVID-19.

 

  1. QUAIS CUIDADOS DEVO TER AO RECEBER ENCOMENDAS OU DELIVERY?

É necessário higienizar muito bem as embalagens e produtos com álcool 70% e sempre lavar as mãos com água e sabão depois. Isso porque, o novo Coronavírus pode sobreviver por mais de um dia em algumas superfícies.

 

  1. ALÉM DAS MEDIDAS DE HIGIENE E ISOLAMENTO, O QUE MAIS POSSO FAZER PARA CUIDAR DA MINHA SAÚDE?

Nesse momento é fundamental cuidar da sua imunidade e, para isso, recomenda-se uma alimentação saudável, atividade física, muita hidratação, sono regular e evitar o consumo excessivo de álcool e tabaco.

 

  1. QUEM JÁ TEVE COVID-19 E SE RECUPEROU AINDA TRANSMITE A DOENÇA?
    Não, após a recuperação não há mais risco de transmitir a doença.

 

  1. OS IDOSOS REPRESENTAM MAIS DE 80% DO PÚBLICO ATENDIDO PELA GSC.
    QUAIS AS ORIENTAÇÕES DE PREVENÇÃO VOCÊS DÃO A ESTE PÚBLICO?

A GSC tem entrado em contato os pacientes idosos, priorizando aqueles que já têm algum dos fatores de risco para os casos graves: doença cardíaca ou cerebrovascular, diabetes, hipertensão, doenças pulmonares, renais crônicas ou câncer.

 

  1. COMO SÃO FEITOS OS CONTATOS COM PACIENTES IDOSOS?

Fazemos contatos ativos por telefone e orientamos as medidas gerais de prevenção da COVID-19. Além disso, avaliamos se o paciente pode ser um caso suspeito ou não. Se for um caso suspeito, observa-se a gravidade. Nos casos leves ou moderados, orientamos as medidas para a quarentena e falamos sobre os sinais de agravamento. Se houver alguma instabilidade clínica, indicamos que a pessoa vá até um pronto-socorro.

 

  1. COMO IDENTIFICO QUE O IDOSO TEM UM CASO GRAVE?

Os sintomas mais comuns são dificuldade para respirar, a pessoa pode estar ofegante “puxando o ar com força”, a asa do nariz abrindo e fechando com a respiração; taquicardia (batimento cardíaco acelerado), febre persistente, cianose (lábios e/ou ponta dos dedos azulados). Não é incomum idosos não apresentarem febre, mas podem apresentar confusão mental (por exemplo, não reconhecer uma pessoa, não saber que dia é hoje – desde que não sejam portadores de algum tipo de demência). Em todos esses casos, as pessoas devem ser levadas ao pronto-socorro imediatamente.

 

  1. QUAL A MELHOR MANEIRA DE HIGIENIZAR AMBIENTES ONDE IDOSOS COM COVID-19 ESTIVEREM SE RECUPERANDO?

Utilize sempre avental descartável, máscara, protetor de cabelos e pés e luvas para efetuar a limpeza. O desinfetante comum deve ser substituído por um à base de álcool ou hipoclorito de sódio (água sanitária). Limpe regularmente o ambiente e superfícies comuns, como móveis, maçanetas, corrimão ou outros objetos em que os idosos têm tocado, além de lavar separadamente as roupas de cama, banho e utensílios, como copo e pratos da pessoa com COVID-19.

 

  1. COMO MANTER O IDOSO EM QUARENTENA?

As pessoas em quarentena devem permanecer em ambiente arejado, de máscara quando outras pessoas estiverem no mesmo local, usar lenços de papel para a higiene respiratória e, se possível, utilizar um banheiro separado. Todo o lixo deve ser descartado em dois sacos plásticos fechados. Os idosos, assim como outras pessoas em quarentena, não devem ser estigmatizados, devem poder conviver (mesmo que sem contato físico) com sua família, falar sobre a rotina e, até mesmo, se ocupar com atividades manuais, ver TV e ouvir música, por exemplo.

 

  1. COMO A GSC ESTÁ CUIDANDO DE QUEM CUIDA DA SAÚDE?

Uma de nossas maiores preocupações é zelar pela saúde de nossos profissionais e oferecer à sociedade todo suporte e atendimento qualificado no enfrentamento à COVID-19. Todas as medidas indicadas para nossos clientes se aplicam aos colaboradores, além disso, desde o início da pandemia, boa parte da empresa tem trabalhado de casa. Em um dos episódios da série “GSC EM 1 MINUTO”, nossa diretora de RH, Sandra Gioffi, detalha algumas das principais iniciativas: https://bit.ly/2TQYfYQ.

 

  1. QUAIS SÃO AS AÇÕES ADOTADAS NO ESCRITÓRIO? E COM O PESSOAL EM CAMPO?

Foram feitos treinamentos com os médicos, enfermeiros e demais profissionais que atuam junto aos pacientes da GSC. Para quem precisa ir ao escritório, estamos controlando a entrada com a medição de temperatura.

 

  1. ESTE É UM PERÍODO DE GRANDE DEMANDA DOS CLIENTES. ALGUMA INICIATIVA FOI REFORÇADA?

Sim, reforçamos todos os postos e estamos trabalhando com planos de contingência específicos para cada cliente.

 

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