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Central de Saúde dobra atendimento e soluciona até 96% das chamadas

mar 29 - 2021 0 comentários visualizações

 

Para os participantes dos programas de saúde da GSC Integradora de Saúde, receber orientações 24 horas por dia, 7 dias por semana, é um grande diferencial na coordenação de cuidado. Em um ano atípico como 2020, quando a Covid-19 impactou a vida de milhares de pessoas, a importância do serviço se traduziu em números. Foram 110 mil ligações, contra 50 mil do ano anterior, com uma resolutividade entre 92 e 96% das chamadas em casa, reduzindo a necessidade de internações e sinistros para os planos de saúde.

“A pandemia trouxe muitas dúvidas e intercorrências sobre a doença. Com isso o serviço da Central foi um grande apoio para os nossos clientes, que buscou resolver os casos em domicílio com qualidade”, afirma Bárbara Silva Correia Martino, coordenadora da Central de Saúde da GSC.

O foco do trabalho é a prevenção na atenção primária. “Buscamos prevenir para que o cliente não tenha complicações que o levem para a atenção secundária e terciária”, explica a enfermeira chefe. “Para isso é importante que cada pessoa tenha um médico para chamar de seu, que conheça todo seu histórico de saúde. É este profissional da atenção primária que fará o direcionamento ideal para as especialidades, e não o paciente já determinar qual a sua doença e procurar um endocrinologista, um cardiologista ou outra especialidade, por exemplo. É um trabalho de educação em saúde”, explica.

 

Acompanhamento ativo e receptivo

 

Com cerca de 50 profissionais, sendo 10% administrativos e os demais enfermeiros com pós-graduação ou experiência na área assistencial, a Central de Saúde da GSC realiza hoje em média 75% dos atendimentos em Gestão de Saúde e outros 25% em Atenção Domiciliar. São atendimentos ativos, chamados de “sentinela”, e atendimentos receptivos.

No atendimento ativo, há o monitoramento dos pacientes mais críticos, que em geral têm dispositivos de acompanhamento, além da supervisão de participantes após uma intercorrência clínica, passagem pelo pronto socorro ou após o acionamento de um atendimento pré-hospitalar (APH).

Pelo APH, caso o médico julgue necessário uma avaliação presencial do paciente, sem necessidade ainda de ir a um pronto socorro, a Central envia uma ambulância com um médico e enfermeira até a casa do paciente. Caso seja confirmada a necessidade de remoção para ambiente hospitalar, a própria ambulância já realiza o serviço. Hoje são cerca de 430 acionamentos de APH e remoção tanto para os produtos da Atenção Domiciliar quanto para Gestão em Saúde, por mês.

Já no atendimento receptivo, as dúvidas sobre Covid-19 dominaram no ano passado. Mas nos primeiros meses de 2021 começaram a voltar os acionamentos por intercorrências clínicas, como cefaleia, crises hipertensivas e solicitações administrativas, como o agendamento de exames, remoção hospitalar ou teleconsulta, transitando o paciente por todos os serviços.

 

Lesões e quedas

 

A Central de Saúde também tem um time de lesão que acompanha, semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente, em torno de 200 pacientes que têm algum tipo de lesão cutânea. “Ao fazer esse acompanhamento na coordenação de cuidado, diminuímos muito as chances de infecção, estimulando a cicatrização e a alta, o que reduz também o sinistro dos convênios”, lembra Bárbara.

O atendimento da Central de Saúde é focado na resolutividade do enfermeiro, que segue protocolos para dar prosseguimento a cada atendimento e, caso necessário, acione um médico e até um hospital. “Como a carteira de clientes da GSC é predominantemente mais velha, temos muitos casos de quedas e traumas. Tivemos uma paciente de 83 anos, por exemplo, que teve uma queda durante a pandemia com fratura. Ela foi rapidamente atendida pela nossa Central e transferida para o Hospital 9 de Julho, em São Paulo, onde mora. Devido ao trabalho em ecossistema de todas as empresas da Dasa, quando a paciente chegou ao hospital referenciado a equipe médica que lá aguardava já estava com todo o histórico e integração de dados da paciente, agilizando o atendimento”, conta.

A Central de Saúde trabalha com protocolos de atendimento para todas as faixas etárias, de crianças a gestantes, de adultos até a terceira idade. O serviço funciona 24 horas, 7 dias por semana.

 

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