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Doações de sangue caem a níveis críticos

nov 25 - 2020 0 comentários visualizações

A pandemia da Covid-19 provocou a redução do número de doações de sangue em todo o país. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde revelam que apenas 1,6% da população brasileira doa sangue – número que caiu ainda mais nos últimos meses. Alguns hemocentros informam que os estoques se encontram em torno de 35% do ideal. A carência súbita de bolsas de sangue obrigou as unidades de saúde a rever a logística de gerenciamento dos estoques dos bancos de sangue, de modo a garantir o suprimento eficiente.

A médica hematologista Tatyana Alessandra de Miranda, do laboratório Sérgio Franco, lembra que não há risco de contaminação pelo coronavírus quando se doa sangue. “Os serviços de hemoterapia implantaram medidas adicionais de precaução para proteger os doadores e os profissionais da saúde, como limpeza e desinfecção mais frequentes dos ambientes, equipamentos e superfícies, atenção à lavagem das mãos e uso de antissépticos, fornecimento dos equipamentos de proteção individual adequados e o distanciamento seguro”, diz.

 

Quem pode doar

Ter entre 16 e 69 anos

Pesar mais de 50 quilos

Não estar grávida ou amamentando

Menores de 18 anos precisam de um consentimento por escrito do responsável legal

Limite de idade para a primeira doação é de 61 anos incompletos

 

Recomendações

Não é preciso estar em jejum

Adote uma dieta com pouca gordura três horas antes da doação

 

Segundo a Nota Técnica nº13/2020 da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados, que estabelece critérios para a triagem clínica relacionados ao risco de infecção pela Covid-19, os candidatos à doação de sangue são considerados inaptos por 14 dias nas seguintes situações:

  • após o retorno de países com casos autóctones de infecção pelo coronavírus;
  • após o último dia de contato com indivíduos que tiveram diagnóstico clínico ou laboratorial da infecção nos últimos 30 dias;
  • mantiveram-se em isolamento voluntário ou por indicação médica devido à possível infecção. O tempo de inaptidão aumenta para 30 dias se o próprio candidato à doação teve o diagnóstico da doença.

 

A Dra. Tatyana lembra ainda que, com o avanço das pesquisas sobre SARS-CoV-2, a literatura científica mostrou que a transfusão do plasma de indivíduos convalescentes com altos títulos de anticorpos neutralizantes IgG melhora os sinais e os sintomas e reduz a taxa de mortalidade, principalmente dos pacientes em estágio grave, mas não tão avançados na doença.

Após a doação, recomenda-se a hidratação para reposição de líquidos, evitar a prática de esportes e atividades de risco por no mínimo 12 horas, como pilotagem de avião ou helicóptero, condução de veículos de grande porte, operação de maquinário de alto risco, trabalho em andaimes e prática de paraquedismo ou mergulho, e evitar fumar nas duas horas seguintes.

Cirurgia cardíaca, diabetes insulinodependente, malária, tuberculose extrapulmonar, hanseníase, evidência de hepatite B ou C, vírus HIV ou HTLV, doença de Chagas, câncer (exceto carcinoma in situ de cérvix uterina e de carcinoma basocelular de pele) e outras doenças graves são condições que tornam a pessoa inapta para a doação de sangue. Quem não pode doar por algum motivo pode permanecer nessa cadeia de afeto, divulgando a importância da doação e conscientizando amigos ou familiares do gesto.

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